King Size Rio: loucura, loucura!

Por Raphael Roale em 03/01/2010

O Rio de Janeiro continua lindo… e quente! O buraco aqui é tão mais embaixo que o cara acaba perdendo completamente a sanidade. E não estou falando só do sujeito com a carteirinha do Pinel e passe livre nos ônibus, como esse aí do vídeo que mistura amor e loucura, máfia chinesa e corte portuguesa, estupro e suruba nas barcas rio-niterói. É muito mais.

É a verdadeira loucura labial, frases de loucura jorradas como para-quedas da própria realidade.

Nem eu sei o que estou fazendo por aqui. Alguém pode me ajudar?


Massagista de Modelos

Por Raphael Roale em 22/06/2009

O Massagista de Modelos sofre. Não tem sindicato. Não tem sábados, domingos, nem feriados. Onde está a regulamentação? São horas de pé, todo dia. Os braços doem, a musculatura adormece. Ele quer mais. Muito mais do que esfregar corpos femininos o dia todo.

Ele quer ser reconhecido, quer um patrão que elogie o atingimento de suas metas, quer o que todos sonhamos como emprego ideal: trabalhar atrás de uma mesa, com telefones tocando o dia inteiro, muitas responsabilidades, quer se sentir importante.

Ele está estressado. Ele quer trocar de emprego. Com você.

E ai? Quem se habilita?

Fonte: Extraordinária campanha da Dream Job. Ás vezes o UOL acerta.


A inveja é uma merda

Por Raphael Roale em 17/05/2009

Eu tenhos muitos projetos, uns sozinho e outros bem acompanhado. O Carioca no Cerrado não é o único: falo sobre gestão no Minha Gestão, idiotices no Idiotices, textos católicos no Minha Prece; além de manter em funcionamento (e rendendo) o Diário do Professor do Declev, o REARJ da REARJ, o Fórum da REBEA, o Turista Profissional da Ana, e alguns outros. A lista é grande.

Mas esta última, a Ana, já falei sobre ela aqui. Ana Portugal. Botou na telha de escrever sobre suas mirabolantes viagens pelo mundo. Juro que tentei fazê-la desistir, mas que nada. Continuou. Virou blogueira. Agora a coitadinha foi agraciada com longos 3 dias num dos hotéis/spa/resort/termas mais extraordinários do Brasil: O Ouro Minas Grande Hotel e Termas de Araxá. Com tudo pago; grátis; 0800; na faixa; ou qualquer outro termos que caiba neste contexto.

O hotel? Veja por si:

Fachada do Ouro Minas Grande Hotel e Termas, em Araxá
Uma fachada simples, muito simples.

Imagem aérea do Ouro Minas Grande Hotel e Termas, em Araxá
Um complexo que poderia ser um pouqinho maior, não é?

Lago do Ouro Minas Grande Hotel e Termas, em Araxá
Um lago nada agradável. Tomara que esteja bem gelado!

Acomodações do Ouro Minas Grande Hotel e Termas, em Araxá
Quartinho básico, pouco luxo. Aquilo ali é uma champagne? Desnecessário.

Quer saber o que mais ela vai fazer? Banho de Mel e Massagem Relaxante, Banho de Vinho, Banho de Aveia e Terapia Corporal com Pedras Quentes, Banho de Pétalas e Massagem Express na Cadeira, Drenagem Linfática e outras tantas coisinhas básicas.

A bem aventurada ação é uma iniciativa da Com Você Comunicação, de Belo Horizonte. E vai reunir do dia 28 a 31 de maio um grupo de formadores de opinião para conhecer o hotel durante o Festival Internacional de Cultura e Gastronomia de Araxá.

Ana, aperte o cinto e boa viagem!


Banda Prosaico. Som de primeira linha.

Por Raphael Roale em 16/05/2009

Eu tenho um monte de artistas na família. São desenhistas, pintores, poetas, músicos… se bem que quando eu era moleque eu também fazia arte. Mas só daquela de quebrar copos, destruir portas e me arrebentar de bicicleta. Daí que quando vejo um destes caras se destacando fico com aquela pontinha de inveja boa que faz a gente sorrir pelo canto da boca sem perceber.

Vejam com atenção o vídeo da banda aí debaixo. Já, já eu conto o que é.

A banda se chama Prosaico, rock de primeira. O baterista sem camisa e com cara galã é Dauler, meu primo – um daqueles artistas que mencionei lá em cima. Os caras estão na luta há alguns anos, só com músicas próprias. Este ano ganharam um festival de Rock e tocaram no carnaval da Lapa, no Rio. Gravaram um vídeo e mandaram para o Programa Agenda, da Globonews. E não é que os caras apareceram edição de ontem, com toda a pompa e circustância a quem tem direito?

Já estou novamente com aquele sorrizinho no canto da boca.

Quer saber mais? Visite o Site da Banda Prosaico.


Vou com Jesus. Mas prefiro voltar sozinho.

Por Raphael Roale em 09/05/2009

Outro dia estava levando minha senhora ao aeroporto aqui de Brasília quando ouço uma gritaria infernal do meu lado. Era um ônibus escolar, repleto de crianças. Talvez indo para um excursão ou coisa que o valha.

O ônibus passou, olhei e não resisti. Tive que fotografar.

Ônibus escolar com mensagem do inferno

Não entendeu a pegadinha? Aí está:

Vou com Jesus se não voltar estarei com ele
“Vou com Jesus. Se não voltar, estarei com ele”.

Isso é sacanagem? Ou será o bonde do terror, das almas perdidas, um passeio sem volta ao juízo final? Talvez por isso eu mesmo tenha passado a levar minhas filhas à escola. Assim tenho a certeza de que voltam para casa.


Feriadão

Por Raphael Roale em 15/04/2009

Segunda-feira é sempre um dia complicado, principalmente pela manhã. Raras foram as vezes em que marquei algo importante nesse período, como uma reunião de trabalho ou uma visita ao médico. No fim-de-semana chuto o pau da barraca: bebo de tudo, como de tudo e durmo quase nada. Daí que o intestino fica em frangalhos, e é justamente na segunda de manhã que o malandro resolve me lembrar de tudo o que eu fiz nos dias anteriores.

A Cagada no Feriadão
Que grande cagada – por bonecosanimados

Pois bem. Anteontem foi segunda-feira, e resolveram marcar para mim um vôo bem cedo. Pela WebJet, em aviões velhos e aeromoças com uniforme de padaria.

Na verdade não era tão cedo assim, mas não dava tempo de deixar o fim-de-semana descer pelo vaso sanitário calmamente como manda o figurino antes de me aventurar em qualquer coisa longe do conforto da minha suíte.

Então tomei um banho, levei as crianças na escola, voltei, e só deu tempo de me arrumar, pegar a mala e correr para o aeroporto. Com um pensamento fixo de deixar a lembrança do feriadão numa daquelas cabines do banheiro masculino do aeroporto de Brasília – aliás, no segundo andar, perto dos balcões das companhias aéreas, os banheiros são excelentes: limpos e vazios. Vale a visita.

Mas esqueci da porra do trânsito. Ouvi o Max Gheringer na CBN, as merdas do Boechat e a Mônica Bérgamo na BandNews, uma ou duas músicas do Legião Urbana no CD e quando voltei pra BandNews e entrou o Simão eu já suava como um porco: primeiro pela hora, que já devia ter embarcado; segundo pelo feriadão, prestes a sair ali mesmo, no balão do aeroporto.

Mas consegui chegar no estacionamento faltando 10 minutos para o avião partir. Enfiei o carro em qualquer vaga, e corri pro balcão da WebJet torcendo para ter perdido o vôo. E como é no segundo andar, minha cabine cativa do banheiro masculino não me saía da cabeça, e o feriadão já me doendo o rabo.

“Sorte a sua, senhor! O vôo está atrasado, acabaram de chamar. Este é o seu cartão. Embarque imediato, portão 7. Tenha uma boa viagem!” – Boa viagem é o cacete! Corri para o embarque, mesa de raio-x, 12 metros, portão 7, assento 16C. Dali em diante foram exatos 28 minutos de pavor, até que as luzes de apertar os cintos se apagassem e eu cambalear até o banheiro minúsculo da parte de trás do avião.

Arranquei as calças, sentei, e fantástica sensação de alívio de finalmente me livrar do feriadão me fez esquecer até onde estava. Turbulência rolando, abri os braços como Jesus Cristo e me segurei nas paredes do cubículo. Estava até achando interessante, dada a facilidade do remelexo em desovar as lembranças e dissipar o enorme odor de minhas entranhas – para quem não sabe, os vasos sanitários dos aviões são químicos, não tem água, e o cheiro só vai embora depois da descarga.

E não é que, no meio de meu ato pessoal e intransferível, ouvi várias batidas na porta e alguém forçando sua abertura? Me equilibrei e segurei com força, tentando impedir aquele ato tão violento. “Senhor, senhor!” berrava a aeromoça. O avião estava caindo? O piloto desmaiou com o cheiro? Eu desmaiei com o cheiro e o avião já pousou? Continuei segurando com força, mas a filha da puta conseguiu abrir a porta. E me pegou lá, calça no chão, testa suada, e o cheiro quase obsceno de todas as cervejas, churrascos e ovos de páscoa do feriadão depositados naquele minúsculo vaso sanitário.

“Está tudo bem, senhor? Precisa de alguma ajuda?” – Não, porra. Tá maluca? Estou vivo, não está vendo? Fechei a porta e perdi a concentração.

Foi quando percebi que, na minha pose de Jesus Cristo no enxofre, apertei acidentalmente o botão de emergência e chamei a aeromoça. Puta protocolo de merda. Puta banheiro de merda. Puta cheiro de merda – literalmente.


O homem nu (ou quase)

Por Raphael Roale em 26/03/2009

Imagem Homem Nu Tenho viajado quase toda semana para o Rio. Fico por volta de 2 ou 3 dias, apenas o tempo necessário para resolver algumas questões de trabalho. E, ao contrário de muita gente, prefiro ficar quietinho no meu quarto de hotel – trabalhando e vendo tv – do que sair pra noitada e voltar bêbado na madrugada.

E e daqui do Rio que escrevo.

Eu não sei se já havia comentado por aqui, mas sou um cara de hábitos. Nada muito extravagante, apenas hábitos que gosto de seguir principalmente longe de casa. Eu gosto de saber o que está pela frente, sem muitas surpresas, do conforto da rotina. Frescuras assim.

Costumo pegar sempre o mesmo vôo de Brasília para o Rio:  o da TAM, às 18:00. Às 19:45 já estou dentro do táxi a caminho do hotel, em Botafogo. Faço o checkin e às 20:30 estou com o telefone na mão pedindo o jantar. Enquanto não chega tomo um banho, ajusto o ar-condicionado para 19 graus, tiro a roupa e fico confortavelmente de cueca (daquelas tipo samba-canção, de seda), meias e uma camiseta surrada. Na privacidade e anonimato do meu quarto, ligo o notebook e coloco a TV num filme idiota qualquer e começo a trabalhar. É sempre assim, com uma pequena variação nos horários.

Pois bem. Hoje resolvi mudar um pouco a rotina e me dei mal. Geralmente acabo de jantar e deixo a bandeja no banheiro – não gosto do quarto cheirando a salmão a noite toda (sim, geralmente é o mesmo prato). Mas dessa vez me deram um com banheiro pequeno. Daí que resolvi deixar a bandeja com o prato sujo no chão do corredor – assim qualquer camareira que passar leva embora.

Excelente idéia, não é mesmo? Às vezes me surpreendo comigo mesmo.

Então peguei a bandeja, deixei a porta entreaberta, olhei para os lados – ninguém à vista, afinal estava de cueca – dei um passo para frente, coloquei a bandeja no chão e… pânico. Porta fechada. Comigo no corredor, de cueca samba-canção de seda, camisa surrada e meias brancas. E a porra da porta não abre por fora sem o maldito cartão de acesso – viva a tecnologia!

E agora? Cadê o interfone mágico que deveria estar no corredor, aquele justamente para os momentos de angústia? E se alguém sofrer um derrame cerebral, como avisar? Quem sabe bato na porta de alguém? Mas a visão de ter um idiota de cueca batendo na porta me fez desistir. Ah! Melhor chamar o elevador – lá provavelmente tem um interfone. Daí ligo pra recepção, e digo que perdi o cartão. Perfeito. Grande idéia.

Botão pressionado, o elevador chega no último andar onde estou, vazio. Entro e procuro o bendito interfone. Mas antes que perceba, a porta se fecha e o elevador começa a descer. Eu de cueca. Meia. Camisa surrada. Excelente situação para quem sofre de prisão-de-ventre.

Engoli o orgulho, qualquer coisa agora era lucro. Dou boa noite à senhora que entrou no quinto andar – em inglês – sem perder a pose. Chego finalmente no saguão, a senhora sai apressada, passo por dois caras com malas que esperavam o elevador, ando uns 10 metros de cabeça erguida, chego à recepção e lá fico esperando a minha vez de ser atendido. Tive a impressão de ter sujado a cueca.

Mas antes que eu pudesse falar qualquer coisa, uma mocinha com um grande sorriso no rosto e atrás do balcão me interrompe:

- Ficou trancado do lado de fora? Já mandei o mensageiro levar o seu cartão. Temos câmeras no corredores, acontece todo dia. Uma vez foi um senhor de toalhas, pela manhã. Pode subir que o mensageiro já deve estar lá. E da próxima vez não se preocupe, e só aguardar. Tenha uma ótima noite, senhor. O café-da-manhã é servido das 6 às 10.

Então tá. Tenho certeza de ter visto alguém se abaixar atrás do balcão. Eu quase perguntei por que não deixam um aviso logo na porta do quarto: “Em caso de estupidez, aguarde! Temos câmeras e queremos rir um pouco”. Fernando Sabino perde.


Curso de mecânica grátis para mulheres no DF

Por Raphael Roale em 26/02/2009

O Detran do Distrito Federal, através de sua Escola Pública de Trânsito (EPT), acaba de abrir inscrições para o primeiro curso de mecânica totalmente voltado para as mulheres. Até o início das aulas, que está previsto para o próximo dia 9 de março, mulheres que já possuem carteira de motorista podem se inscrever. O curso é totalmente gratuito, e terá aulas práticas e teóricas com duração de uma semana – o equivalente a 25 horas-aulas.

Mulher troca pneu furado

O principal objetivo do curso é chamar a atenção das mulheres para a importância de conhecerem o funcionamento da parte mecânica do veículo e dos cuidados preventivos para evitarem problemas com o carro. Para isso as motoristas terão aulas sobre a importância do manual do proprietário, aprenderão conceitos básicos de manutenção, uso de equipamentos obrigatórios e noções sobre o funcionamento do motor.

A programação do curso ainda prevê aulas sobre sistema de freios e transmissão e suspensão. As inscrições – também gratuitas – podem ser realizadas na secretaria da EPT (906 Sul em Brasília). Há 40 vagas disponíveis que serão preenchidas pela ordem de inscrição.

Informações sobre o curso gratuito de mecânica para mulheres podem ser obtidas pelos telefone: (61) 3901-6975 ou (61) 3901-6980.

Será que também vão ensinar às mulheres como trocar pneus?


Os cristãos novos e a figura do abafador

Por Raphael Roale em 09/01/2009

Meu avô era um cara cheio de histórias. Muito culto, na infância foi seminarista em Minas Gerais e rezava até em latim. Fugiu, atrás de vários rabos-de-saia. Foi gerente de cassino na época em que era permitido aqui no Brasil, e apertou a mão de muitos políticos. Já velho, não parou: virou escritor e historiador. Daí que não me cansava de ouvir sobre as centenas de “causos” da velha Minas Gerais. Hoje ele já não está mais por aqui, mas as histórias não morrem.

Funeral Judeu e Cristão

Ele me contou certa vez que os Reis D. Manoel de Portugal e D. Fernando da Espanha fizeram um conchavo no século XVI e combinaram expulsar os judeus que moravam em seus respectivos países, só permitindo a permanência daqueles que renunciassem sua religião e se convertessem ao cristianismo. Alguns não se submeteram e foram embora, outros porém, resolveram permanecer, fingindo se terem se convertido. E ficaram assim conhecidos como os cristãos novos.

No decorrer do ano de 1700, muitos destes cristãos novos imigraram para o Brasil e se estabeleceram basicamente na província de Minas Gerais à procura de melhor futuro e à cata do ouro. Eram negociantes, militares, advogados, médicos e trabalhadores do campo.

O historiador Augusto de Lima Jr., em seu Livro “Capitania de Minas Gerais“, descreve uma passagem na vida daqueles cristãos novos na zona do Carmo (hoje o município de Mariana) onde se localiza a sinistra figura do abafador:

“Quando um judeu disfarçado, ou seja, marrano, estava para morrer, a fim de evitar que no momento ele se revelasse adepto da lei de Moisés, comprometendo os demais, era logo chamado o abafador, isto é, um sujeito que tinha por missão estrangular habilmente o doente. Chamado o abafador, ele afastava do quarto do doente as pessoas da família, encostava a porta e começava a sinistra operação: punha o crucifixo nas mãos do doente, passava os braços pelas costas e aplicava o joelho contra o tórax do que devia de despachar para a santa glória. À medida que ia aumentando a compressão contra o peito do moribundo, asfixiando-o, ia dizendo, em voz alta, para ser ouvido de fora:

“Vamos, meu filho. Nosso Senhor está te esperando”.

Quando o paciente exalava o último suspiro, o abafador compunha o corpo, chamava as pessoas da família e lhes comunicava que o fulano havia morrido como um passarinho, suavemente. Começavam então as mulheres a gritar e a soluçar, dizendo das boas qualidades do morto. Eram judaicas carpideiras que dramatizavam com seus gritos e exageros, cenas de funerais, em Minas, em outros tempos, para não parecerem indiferente à morte do ente querido”


O que é um churrasco?

Por Raphael Roale em 07/01/2009

O verdadeiro churrasco é carne na brasa e cerveja no copo. Não interessa se é gaúcho, goiano ou carioca. Mas nem sempre homens e mulheres enxergam o churrasco da mesma maneira.

E como é a visão feminina e masculina do churrasco?

_churrasco

O Churrasco na visão feminina

O churrasco é a única  coisa que um homem sabe cozinhar, e quando um homem se propõe a realizá-lo, ocorre a seguinte cadeia de acontecimentos:

  1. A mulher vai ao supermercado comprar o que é necessário;
  2. A mulher  prepara a salada, arroz, farofa, vinagrete e a sobremesa;
  3. A mulher tempera a carne e a coloca numa bandeja com os talheres necessários, enquanto o homem está na churrasqueira, bebendo uma cerveja;
  4. O homem coloca a carne no fogo;
  5. A mulher vai para dentro de casa para preparar a mesa e verificar o cozimento dos legumes;
  6. A mulher diz ao marido que a carne está queimando.
  7. O homem tira a carne do fogo;
  8. A mulher arranja os pratos e os põe na mesa;
  9. Após a refeição, a mulher traz a sobremesa e lava a louça;
  10. O homem pergunta à mulher se ela apreciou não ter que cozinhar e, diante do ar aborrecido da mulher, conclui que elas nunca estão satisfeitas….

O Churrasco na visão masculina (afinal, temos o direito de resposta!)

  1. Nenhum churrasqueiro, em sã consciência, iria pedir à mulher para fazer as compras para um churrasco, pois ela iria trazer cerveja Kaiser, um monte de bifes, asas de frango e uma peça de picanha de 4,8 Kg que o açougueiro disse ser ‘Ótima’, pois não conseguiu empurrar para nenhum homem;
  2. Salada, arroz, farofa, vinagrete e a sobremesa, ela prepara só para as mulheres comerem. Homem só come carne e toma cerveja;
  3. Bandeja com talheres? Só se for para elas. Homem que é homem come churrasco como tira-gosto e belisca com a mão, oras!
  4. Colocar a carne no fogo? Tá louca? A carne tem que ir para agrelha ou para um espeto que, a propósito, tem que ser virado a toda hora;
  5. Legumes? Como eu já disse, só as mulheres comem isso num churrasco;
  6. Carne queimando? O homem só deixa a carne queimar quando a mulherada reclama: ‘Não gosto de carne sangrando’; ‘Isto está muito cru’; ‘Tá viva??’. Após a décima vez que você oferece o mesmo pedaço que estava ao ponto uma hora antes, elas acabam comendo a carne tão macia quanto o espeto e tão suculenta quanto um pedaço de carvão;
  7. Pratos? Só se for para elas mesmas!
  8. Sobremesa? Só se for mais uma Skol;
  9. Lavar louça? Só usei meus dedos! (e limpei na bermuda).

Realmente, as mulheres nunca vão entender o que é um churrasco!