O Carioca está de cara nova

Por Raphael Roale em 13/04/2008

Logo_Carioca_Antigo
Esse Frankestein já não me pertence mais…

Há algum tempo eu vinha matutando sobre algumas mudanças gráficas aqui no Carioca. Queria deixa-lo com uma cara mais simpática, irreverente, valorizar mais o texto e facilitar a leitura. Juro que tentei fazer sozinho. Resultado: um monte de Frankesteins que daria pra montar um campeonato inteiro de futebol. E com reservas.

Como sou um cara de inteligência acima da média, apesar não não conseguir desenhar um círculo nem com um compasso, resolvi entregar esta tarefa a profissionais de grande talento: a dupla Sampson Moreira e Felipe Alves.

O Sampson, editor no InovaVox, foi o responsável pelo layout, pela logo e a nova identidade visual do Carioca. Além de brilhante, o cara é nota 10 no quesito comprometimento.

O Felipe é um cartunista, caricaturista e desenhista de extraordinário talento que me brindou com o mascote Surfista Malandro do Cerrado (meu verdadeiro alter-ego). Visite o Blog do Felipe e conheça o trabalho do rapaz. Surpreendente!

Quanto eu gastei? Muito, muito menos do que esperava.

E aí? Gostaram do upgrade?


Cardoso aliciado pelos patrícios, ó pá!

Por Raphael Roale em 22/11/2007

Essa história de problogger pode nos levar a mares nunca dantes navegados.

Estava perambulando por aí, visitando uns amigos e aproveitei para conhecer a nova casa da Nospherat. Eu já tenho uma certa blindagem aos anúncios do AdSense, mas dada a surpresa do que encontrei por lá acabei não resistindo e cliquei:

Anúncio AdSense

Como assim? Sou leitor do Cardoso há alguns anos, e pensei cá com meus botões: “Putz! O cara agora virou hype de si mesmo? Que jogada do cacete!”.

Que nada! O link leva para um site português, de um certo Custódio, que se diz especialista em ganhar dinheiro pela internet. Até oferece 1000 euros para o melhor post, desde que devidamente linkado para o seu blog obviamente.

O Cardoso devia era sacar uma grana do Google, por royalties.

E como já dizia aquele adesivo grudado no para-brisa do Fusca 68 do meu tio: A inveja é uma merda. Um dia eu também quero cruzar o oceano.

Mas por enquanto fico aqui pelo Lago Paranoá mesmo, pra não cansar muito.


Teste Windows Live Writer com WordPress

Por Raphael Roale em 09/11/2007

Dinheiro?Este artigo é um teste na utilização do Windows Live Writer, em sua versão 2008, na publicação de posts no WordPress. Pelo que percebi, os rascunhos ficam armazenados localmente. Ou seja, se meu notebook for para o beleléu, perco meus rascunhos.

Após a publicação, vou verificar se o código do post permanecerá intacto. O interessante são alguns pequenos efeitos que podem ser aplicados às imagens, com um clique. A janela de escrita importa o estilo do blog, sendo mais rápida a visualização da versão final. Face à interface original do WordPress, é mais fácil de usar.

Alguém já utilizou essa ferramenta? Tem comentários?


E não é que o carioca foi dar no Ceará?

Por Raphael Roale em 29/10/2007

Sem trocadilhos, por favor.

Pesquisando por aí descobri que o Carioca no Cerrado foi citado na coluna Pop Up do caderno Zoeira do jornal Diário do Nordeste de Fortaleza, Ceará. Infelizmente no site do jornal não consta o nome do editor da coluna. Quem souber, me avise.

Confira a matéria completa.

[UPDATE 30/10/2007]

O editor da coluna é o Leonardo Fontes, do BlogueIsso! e que gentilmente cedeu a imagem da página.

Coluna Pop Up do caderno Zoeira do jornal Diário do Nordeste


Pé na porta!

Por Raphael Roale em 02/10/2007

Putz meu chapa! É coisa de maluco.

Imagine você passar quase toda a sua vida num mesmo lugar, fazendo as coisas de um jeito. Aquele meio malandro, meio esculhambado, tipo ah! tá legal assim mesmo. Dirigir como um animal numa selva de carros e prédios, ruas estreitas, buracos te engolindo. Sinal amarelo? Acelera essa merda! Vermelho? Senta o pau senão te assaltam. Normalíssimo. Vidro do carro sempre fechado. Almoço no restaurante da esquina, rápido, uma horinha. Cerveja na praia final de semana, carro todo sujo de areia. Galera aparecendo em casa sem avisar. E quando marca, não aparece. 

Até que te jogam num lugar estranho. As ruas são largas e sem prédios. Chega a ser claustrofóbico de tanto espaço. Os carros, em vez de funk, tocam música sertaneja às alturas. Você tem que frear o carro na porra do meio da rua, quase batendo no da frente, pra neguinho atravessar. E ainda levar uma dedada na cara se faz cara feia! sinal amarelo? Segura o carro, meu chapa. Vermelho? Carro paradinho. Vidro sempre aberto, sem problemas. Na hora do almoço, quando você está dando um pulinho em casa, o rádio informa as condições do trânsito. E você presta atenção! Duas horinhas sem nada pra fazer.

E o mais interessante de tudo… é que você passa a gostar acostuma! Estranho era a outra vida!

É disso que esse blog vai tratar, a partir de hoje: um manual de sobrevivência do cerrado. A visão de um carioca sobre o povo candango, as estranhezas pra quem é de fora, o inusitado, o que funciona, a loucura.

Só vai faltar a praia.